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  • Leticia "Lettociar" Scarabelli

A influência dos nossos pais nos games!

Neste dia comercial (08/08/2021), mas não menos especial, a Liga das Garotas decidiu homenagear os pais que, em muitos casos, foram os responsáveis por nos introduzir neste mundo dos jogos onde temos muito orgulho de estar.


O "papel" de pai muitas vezes acaba sendo realizado pelas mães, pelos avós ou por outros membros da família que, por n motivos, tornaram-se os responsáveis por nos criar com tanto empenho e carinho. No fim, não importa muito qual a configuração da sua família, já que o que vale é agradecer àquela(s) pessoa(s) que te apoia(m) com todo o coração!


Assim sendo, gostaríamos de enviar um abraço bem apertado para aqueles que nos inspiram, que nos protegem e que confiam em nossa força! Que tal ouvirmos alguns breves relatos das redatoras da Liga como filhas de pais que as influenciaram nos games? Vem com a gente aquecer esse coraçãozinho! 💜



Livia ''Little Sneasel'' de Oliveira, redatora da Liga:

(Foto: Acervo Pessoal)

"Meu pai comprou um Playstation 1 quando eu era pequenininha e também me presenteava com VHS, revistas e coisas de Pokémon que me fizeram desenvolver uma paixão por animes e jogos desde cedo. Se for pensar, é por culpa dessa influência que estou aqui agora! hahah Ele sempre achou o máximo esse meu interesse por jogos e sempre me deu carona para ir em qualquer tipo de evento. Sou muito grata por todo o apoio e carinho que recebi, pois isso me tornou o que sou hoje. <3"


Leticia ''Letociar'' Scarabelli, redatora da Liga:

(Foto: Acervo Pessoal)

''Quando eu tinha por volta de 6 a 7 anos, lembro de todo dia esperar meu pai chegar do trabalho para jogarmos alguma coisa ‘’juntos’’: Tomb Raider, Full Throttle, Sonic, joguinhos de corrida etc. E digo juntos entre aspas, pois, basicamente, quem jogava mesmo era meu pai. Às vezes eu até mexia algumas teclas, mas ficava a maior parte do tempo vidrada na tela do nosso PC ultra antigo apenas acompanhando cada passo e cada pixel. Volta e meia acontecia de jogarmos algum jogo que ainda não tinha sido traduzido para o português e, como eu não sabia inglês, meu pai fazia a tradução simultânea dos diálogos para que eu entendesse os enredos dos games. Apesar de não jogar muito, aquele era um passatempo muito divertido para mim, era algo quase sagrado até. Tenho boas memórias disso e as guardo com carinho.


Alguns anos depois compramos nosso primeiro e (até agora) único videogame: o Nintendo Wii. Jogávamos juntos (agora sem aspas mesmo) meu pai, meu irmão e eu. Com o tempo, eu e meu irmão passávamos as tardes dos finais de semana entretidos em tentar ultrapassar o recorde do meu pai no tênis do Wii Sports, porém não teve jeito. Ele era bom demais naquilo. Devo dizer que ele é bom em muitas outras coisas também, como ser o mestre da organização e o sabe-tudo do mundo da música. Não menos importante, porém, ele é bom mesmo em ser um bom pai (há quase 22 anos ele tem sido). ''


A grandeza do papel dos games em nossas vidas

Para além dos muros da diversão, os games carregam um peso simbólico bastante grande para muitas pessoas: às vezes eles nos foram apresentados por alguém querido ou até mesmo nos serviram de amparo em tempos difíceis. Seja como for, os jogos têm esse poder de nos introduzir num mundo e num tempo que não condiz exatamente com o aqui e nem com o agora ao mesmo tempo em que contribuem para nos aproximar de pessoas reais e lidar com questões concretas. Afinal, quem nunca fez uma amizade por meio dos games e aprendeu com os erros e acertos de alguma personagem, não é mesmo? Talvez essa seja justamente uma das magias da ficção, pois ao nos apropriamos dessas estórias alheias ganhamos uma espécie de apoio para lidar com a realidade do mundo que nos cerca.


Como você adentrou nesse mundo dos games? Algum jogo já te ajudou a lidar de forma mais concreta com a realidade? Conta pra gente nos comentários!


Abraços,

Livia e Leticia.



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